CURIOSIDADES DA COPA DO MUNDO DE 1970

Orlando Duarte lançará“PAIXÃO – O Brasil de todos os Mundiais”

livro traz histórias e curiosidades dos mundiais de futebol

Dia 12 de setembro, no Museu do Futebol, o jornalista Orlando Duarte lançará o livro “Paixão – O Brasil de todos os mundiais”, uma obra que vai servir para todo mundo ter conversa, antes, durante e depois da Copa de 2014.

imagem CapaO livro traz todas as participações do Brasil em cada Copa até a Copa das Confederações. “O livro é repleto de curiosidades e de pequenas histórias, percorrendo a contextualizada de cada Copa.É uma leitura gostosa.”, explica Orlando Duarte.

Entre as curiosidades da Copa de 1970, no México, Orlando Duarte destaca:

 

CURIOSIDADES DA COPA DO MUNDO DE 1970

  • Em 1970 começaram a ser permitidas duas substituições por jogo. O primeiro jogador a ser substituído em uma Copa foi o soviético Serebrajanikov. Puzach entrou em seu lugar no empate sem gols contra o México. Além disso, ficou estabelecido no Mundial de 1970 que cinco seriam os reservas selecionados.
  • A Copa de 1970 ficou marcada pelos “quase” gols de Pelé contra Tchecoslováquia, Uruguai e Inglaterra.
  • Valdir Pereira, o Didi, campeão mundial pelo Brasil em 1958 e 1962, conseguiu classificar o Peru para o torneio de 1970, no México. O grupo tinha Argentina e Bolívia: os argentinos ficaram de fora do certame e Didi virou ídolo no Peru. Ele não esperava, contudo, “sofrer” como sofreu no dia em que o “seu” time teve de enfrentar o selecionado de seu país de origem.
  • No Mundial, o Brasil enfrentou três campeões: Inglaterra (1966), Itália (1934 e 1936, depois, 1982) e Uruguai (1930 e 1950). Ganhou dos três e, nas oitavas de final, voltou a enfrentar a Tchecoslováquia, assim como em 1938 e 1962.
  • O Mundial, na fase de Eliminatórias, provocou uma “guerra” de verdade entre El Salvador e Honduras. Eles disputaram a classificação em igualdade de condições, e El Salvador, no terceiro jogo, decisivo, venceu e ganhou o direito de disputar a Copa do Mundo. Os hondurenhos não gostaram e, sem motivo algum, os dois países envolveram-se numa guerra com muitas mortes.
  • Um episódio extra-Mundial foi muito discutido: os ingleses jogaram na Colômbia e o zagueiro Bobby Moore foi acusado de roubar uma joia de uma casa especializada. A delegação da Inglaterra foi para o México, mas Bobby Moore ficou detido. Chegou a responder a um interrogatório de 14 horas. Portou-se como um cavalheiro. Nada ficou provado contra ele e no dia 28 de maio estava liberado, viajando para o México. Foi um lamentável erro colombiano.
  • O técnico do Brasil em 1970, Mário Jorge Lobo Zagallo, tinha como auxiliar, na preparação física, Carlos Alberto Parreira, que também era o observador dos futuros adversários do Brasil.
  • Jairzinho era o número 10 no Botafogo; Tostão, o 10 no Cruzeiro; Pelé, o inesquecível 10 no Santos; Gérson, o 10 do São Paulo Futebol Clube; e Rivellino, também o 10 no Corinthians. Pois não é que quase todos esses “10” fizeram um ataque maravilhoso em 70?

 

 

“PAIXÃO – O Brasil de todos os Mundiais”

Autor – Orlando Duarte

281   Páginas – Editora – aBooks

Lançamento – 12 de setembro  19h

Local – Museu do Futebol – Estádio do Pacaembu- S.Paulo

 

Vera Moreira/ Assessora de Imprensa/ (11) 3253-0729

 

 

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